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Polónia 2016

Março 8, 2017

Etapa 2, 31/07: Bordéus (camping Beau Soleil, Gradignan) – Troyes (centro) 678km –
Troyes (centro) : N 48.291613; E 4.074748

Etapa de ligação sem história. Saída pelas 8h com trânsito lento nas radiais de Bordéus; depois fluido pelas A10, A19 até Troyes. Chegada e parqueamento no centro da cidade, Av. Pierre Brossolette, Passage de l’Esplanade de Belgique, num vasto espaço. Arrumadinhos contra o muro das traseiras do Comissariat de Police, tivemos uma noite tranquila. Antes, uma visita ao centro histórico de Troyes, uma cidade simpática, com muito património histórico, muitas casas de estilo alsaciano. Jantar de pizza numa esplanada da Rue Champeaux enquanto esperávamos pelos nossos amigos algarvios L.&L., o casal que haveria de nos acompanhar na viagem.
Saudações, conversa em dia, passeio pela cidade e….cama que se faz tarde!

Cidade de Troyes

Cidade de Troyes

Etapa 3, 1/08: Troyes (centro) – Bayreuth (Lohengrim Therme –
(Alemanha) – 750 km – Bayreuth (Lohengrim Therme): N 49.9411; E 11.63437

Mais uma etapa sem história…dia cinzento, camiões aos molhos em fila compacta.
Chegada às AS de Lohengrim Therme ao cair da noite. A área fica situada numa zona termal, com hotel e instalações termais que nos pareceram para uma clientela endinheirada, mas um pouco desviada do centro da localidade. Área cheia com ACs desordenadas (cabiam o dobro). Jantar ligeiro de sopa e petiscos algarvios. Passeio de reconhecimento da AS: 1 euro dá apenas para 50l de água; a eletricidade, 1 euro cada seis horas; o despejo de águas cinzentas é gratuito, mas despejar a cassete custa outro euro. A tampa do despejo da cassete, que destranca automaticamente quando cai a moeda, não funcionava,pelo que, não havia despejo de águas negras para desespero de muita gente. ACs de muitas nacionalidades, sobretudo italianas a caminho de Berlim, dos países nórdicos e  bálticos. Também muitos franceses , alguns holandeses e alemães.

Etapa 4, 2/08: Bayreuth (Lohengrim Therme) (Alemanha) – Poznan – 591km
Camping Malta: N 52.40331: E 16.98454

Partida às 8.30h. Direção: Berlim, onde passaríamos 2 dias. Chuva intensa e contínua. Rolamos com luzes acesas e muita atenção. Tráfego denso, apesar das condições e obras na via. Pequenas demoras… À aproximação de Berlim, com tamanha chuva e mau tempo perguntámo-nos o que iriamos lá fazer naquelas condições. Analisadas as previsões meteorológicas, não havia melhorias nos próximos dias pelo que decidimos saltar Berlim e continuar. Não fazia sentido andar à chuva, molhados. Seria um desprazer. Um aguaceiro ainda vai…mas dois dias de chuva, não! Ainda pensámos em ir para norte, até Gdansk, já na Polónia e descer por Torún, mas as previsões eram igualmente más.
Assim, atravessámos a fronteira em Frankfurt am der Oder em direção a Poznan. Parámos na 1ª estação de serviço da Polónia para reabastecer e fomos de imediato “assaltados” por ciganos romenos ou romas que nos pretendia vender perfumes, depois relógios e depois iPhones. Repito o depois porque eram verdadeiramente chatos, não aceitavam um NÃO firme. Finamente cansaram-se e devem ter regressado à Alemanha porque nunca mais, na Polónia, fomos abordados por romas a tentar vender o que fosse. Sabemos que a Polónia não aceita migrantes nem refugiados. Ao contrário, há milhares de emigrantes polacos na Inglaterra, Alemanha, Holanda e países nórdicos. A prova disso é grande número de carros com matrícula inglesa e dos países que mencionei a circular na Polónia e a casa novas em construção por todo o país. Também eles estão de férias.
Chegámos a Poznan, ao camping-hotel Malta e ainda chovia. Uma vez mais, topámos com um letreiro “NO vacancies – Full”. Insistimos em dar uma volta. A rececionista dizia que sim, o guarda dizia que não. Deixámo-los a discutir fomos dar a volta. O espaço que nos indicaram estava mal arrumado. Com dois “chega p’ra lá”, educados, a uma AC e uma AV  arranjámos lugar para os dois, sem apertos. E pronto, com ar de vitória, fomos comunicar que estávamos estacionados…e pagar. Em seguida, fizémos o reconhecimento do camping e descobrimos que também era hotel e ainda tinha bungalows e espaço para tendas! Enorme e à beira de um lago com dimensões olímpicas (tinha pistas de canoagem marcadas), não fosse a chuva e seria (era) um lugar esplêndido. Entretanto a borrasca parou e abriu-se uma nesga de céu azul. Bom sinal! Ceámos, demos um pequeno passeio e recolhemos, pois, no dia seguinte, queríamos muito ir visitar Poznan e começar o nosso passeio pela Polónia! Entretanto muitas ACs ficaram fora do parque, estreitando de alguma forma a entrada/saída.

Camping Malta

Camping Malta – o outro lado do lago

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