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Azrou e Ifrane, a Suiça marroquina

Maio 25, 2014

Azrou e Ifrane, a Suiça marroquina, O km

 

Direi agora que estamos alojados no camping “Eurocamping” um complexo amplo que tem duas plataformas extensas para autocaravanas. As instalações são limpas e funcionais, o pessoal simpático e prestável. Tranquilo e muitos seguro (guarda 24h).

Disse-se que era propriedade de um magnata com negócios no Dubai. Na verdade, há ali um grande investimento.Imagem

Combinado desde a véspera, o encarregado do parque ofereceu-se para nos levar, em duas viagens, à mata dos cedros. Não sabíamos nós que a viatura era pequena pelo que, enlatados, fomos conduzidos com a habitual simpatia à dita mata.

No ponto de partida das “excursões” à mata há alguma confusão: cavalos ajaezados à marroquina, muito coloridos, são “oferecidos” aos visitantes para uma viagem descansada. Naquele dia, eram mais os cavalos que os pretendentes pelo que os “jokeys” divertiam-se a fazer alguns piques com as montadas.Imagem

Contratado um guia por 100 dirhams (tinha pedido 500!!) partimos à descoberta da mata dos cedros, ao lago (que não tinha água) e aos macacos. Valeu a caminhada cerca de 2 horas, entre árvores, um ar fresco e puro e uma primavera a despontar. Claro que pesaram os pés, as barrigas e os traseiros, mas conseguimos chegar ao cimo da colina para ver as vistas, à custa de muitos incentivos às senhoras e cavalheiros. A idade não perdoa e a falta de treino também!!

Os macacos fizeram as habituais macaquices: correram à nossa volta, pedincharam comida, beberam água pela garrafa tal qual um humano e portaram-se bem. Ao nosso transportador ( o encarregado do parque, pagámos apenas a gasolina!! Generosa gente!!

Regressámos e fomos almoçar à cidade, num restaurante ao lado do mercado de frescos bastante concorrido e fumarento e onde se via claramente que quem mandava eram as mulheres. Comida abundante e a preço muito razoável. ImagemEnquanto esperávamos pelos táxis que nos levariam a Ifrane, fizeram-se algumas compras no mercado: frutas e legumes. Alguns preços: ervilha a 40cêntimos, laranja idem, meloa a 70 e oferta de um ramo de coentros.

Novamente enlatados nos táxis visitámos um centro de ski e Ifrane, uma cidade limpa, muito ajardinada, com cafés e restaurantes sofisticados e visitantes nórdicos: havia alemães, dinamarqueses e noruegueses, tudo na terceira idade endinheirada.

Por ali andámos até nos apetecer…e regressámos enlatados, em boa camaradagem e disposição. Começávamos a habituar-nos a estes apertos!Imagem

À noite houve concurso culinário de ervilhas estufadas. Ganhámos todos porque as ervilhas estavam muito boas…e os vinhos também.

Antes de terminar, uma pequena história. Tinha-me esquecido da máquina fotográfica no táxi! Contei o sucedido ao encarregado do parque e este, com um telefonema localizou o taxista. Levou-me no seu carro à “praça de táxis” e foi-me entregue a máquina. Como o taxista não tinha o número de telefone do encarregado, esperou ser contactado, guardando a máquina. Boa gente!

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